aleatoriedades .

tristeza.

Eu quis te conhecer, mas tenho que aceitar
Caberá ao nosso amor o eterno ou o não dá
Pode ser cruel a eternidade
Eu ando em frente por sentir vontade

Eu quis te convencer, mas chega de insistir
Caberá ao nosso amor o que há de vir
Pode ser a eternidade má
Caminho em frente pra sentir saudade


-Quando a noite chegar cedo e a neve cobrir as ruas, ficarei o dia inteiro na cama pensando em dormir com você.

-Quando estiver muito quente, me dará uma moleza de balançar devagarinho na rede pensando em dormir com você.

-Vou te escrever carta e não te mandar.

-Vou tentar recompor teu rosto sem conseguir.

-Vou ver Júpiter e me lembrar de você.

-Vou ver Saturno e me lembrar de você.

-Daqui a vinte anos voltarão a se encontrar.

-O tempo não existe.

-O tempo existe, sim, e devora.

-Vou procurar teu cheiro no corpo de outra mulher. Sem encontrar, porque terei esquecido.Alfazema?

-Alecrim. Quando eu olhar a noite enorme do Equador, pensarei se tudo isso foi um encontro ou uma despedida.

-E que uma palavra ou um gesto, seu ou meu, seria suficiente para modificar nossos roteiros.

(Silêncio)

-Mas não seria natural.

-Natural é as pessoas se encontrarem e se perderem.

-Natural é encontrar. Natural é perder.

-Linhas paralelas se encontram no infinito.

-O infinito não acaba. O infinito é nunca. -Ou sempre.

(Silêncio) “

O dia que júpiter encontrou saturno - Caio Fernando Abreu 


” Há tanto tempo venho procurando
Venho te chamando
Você existe, eu sei
Em algum lugar do mundo você vive
Vive como eu
Onde eu ainda não fui
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Se eu esbarrei na rua com você
E não te vi meu amor
Como poderia saber?
Tanta gente que eu conheci
Não me encontrei só me perdi
Amo o que eu não sei de você
Como é o seu rosto?
Qual é o gosto que eu nunca senti?
Qual é o seu telefone?
Qual é o nome que eu nunca chamei?
Sei que você pode estar me ouvindo
Ou pode até estar dormindo
Do acaso eu não sei
Talvez veja o futuro em seus olhos
Pelo seu jeito de me olhar,
Como reconhecerei voce?”

Você existe, eu sei - Biquini Cavadão


“Se ele for realmente o Grande Amor da Sua Vida? Não é, vai por mim, a gente sempre sabe. Não pense maluquices. Ainda é cedo. O tempo pra surgir um novo amor leva uma eternidade, não se engane. Agora serão apenas uns casinhos sem importância, ele vai cultivar dois ou três, todos com a cor de cabelos, a voz e o cheiro bem diferentes dos seus. E mesmo que alguém apareça, o alarme dele não vai soar. (…)

E, fatalmente, vão se cruzar por aí. São tantas as esquinas. Vocês vão beber um café quente juntos, falar amenidades, sobre novos cortes de cabelo, você está bonita, e você mais maduro, como está sua mãe e tudo mais. Nos momentos de silêncio, baixarão o queixo, com medo de amarrar olhares e, talvez, voltar tudo aquilo outra vez. Mas vai ser só isso. Se existem outros caras legais por aí? Claro que sim. Vai por mim.”

Gabito Nunes


” Só com o tempo e a experiência é que vim a aprender que há circuntâncias em que coragem e covardia se disfarçam mutuamente. Terminar é o mais difícil de tudo, mas mesmo assim, a renúncia é uma das poucas experiências de verdadeira liberdade. “

Persio Aruda



Rogério Ceni é o melhor goleiro que já vi em minha vida.

É um goleiro único em muitos aspectos.

É um verdadeiro mito. Já é um mito.

Bom, sob as traves, na função básica e primária de um goleiro, outros foram melhores. Como o grande Marcos, como Julio Cesar hoje, como foi Zetti, como é Buffon, enfim, há muitos grandes goleiros-goleiros (obrigado, Vanderlei, por essa criação que nos ajuda a definir desde o zagueiro-zagueiro até o goleiro-goleiro).

Mas, há uma diferença, ou melhor, há várias diferenças, e marcar gols não é a principal delas, como goleiro.

Há alguns anos, o saudoso Armando Nogueira disse que Rogério era um verdadeiro líbero. Nunca discordei, Rogério é um quarto ou quinto zagueiro,é um líbero, é um jogador de linha que se apresenta na hora do sufoco em um ataque adversário. As bolas não são recuadas para ele, são tocadas, e ele dá bom endereço para a grande maioria delas. É uma válvula de segurança para os momentos de pressão.

Rogério tem uma virtude muito pouco comentada: simplesmente não toma gols em cobrança de faltas. Desde 2005, ele sofreu um único gol em cobrança de falta, na reta final do Brasileiro 2007, contra o Botafogo, no Morumbi, em cobrança de Juninho. São mais de seis anos e um só gol, disputando nada menos que seis Brasileiros, seis Copas Libertadores, um Mundial de Clubes, já no sétimo Paulista e alguns outros torneios, como Sul Americana e Recopa. Esse caso é único, também.

Como goleiro-goleiro ele é simplesmente ótimo! Autor de defesas miraculosas (em profusão nos últimos tempos) que muitas vezes salvaram o São Paulo.

Falha, como falha todo goleiro. A falha é inerente ao ser humano e não é por elas que ele deve ser julgado.

Tenho grandes lembranças de jogos do São Paulo com ele atuando. Talvez a mais impactante para mim tenha sido o jogo contra o Cruzeiro, no Mineirão, quando, além de grandes defesas contra um time que tinha um ataque terrível, foi à frente e marcou duas vezes, empatando o jogo: uma de falta e outra em cobrança de pênalti. Por sinal, Rogério é melhor cobrador de faltas que batedor de pênaltis. O que impediu-o de marcar três gols numa só partida e pela Copa Libertadores, contra o Tigres, do México, no Morumbi. Depois de fazer dois gols em cobranças de faltas, mudando o lado da bola, foi bater um pênalti e cobrou mal. Uma pena.

Duas vezes o São Paulo sofreu gols depois dele ter cobrado uma falta. Na primeira vez, no Morumbi, depois de marcar contra o Fluminense a comemoração foi exagerada, não por parte dele, mas dos companheiros de time. Espertamente, Roger correu para o meio e o juiz deixou que fosse dada a saída antes dele chegar ao gol. Do círculo central, Roger chutou e marcou, um lindo gol. De outra feita, creio que em 2007, durante uma das passagens de Luxemburgo pelo Santos, a bola batida por Rogério bateu na barreira e um jogador santista pegou o rebote. Vanderlei tinha ensaiado o que fazer e o time cumpriu à perfeição, chegando ao gol do São Paulo em três ou quatro toques e marcando. Uma grande e pensada jogada.

Houve um treinador no São Paulo que proibiu Rogério de cobrar faltas. Felizmente, durou muito pouco tempo e não deixou saudades.

Não vou falar sobre seu número de jogos pelo São Paulo, sua dedicação ao clube, seu profissionalismo, com certeza já há muitas matérias ótimas e completas a respeito dele nesse momento. Vou recordar um fato pouco conhecido. Antes da eleição que levou-o ao segundo mandato no São Paulo, Marcelo Portugal Gouvêa chamou Rogério e disse-lhe que iria antecipar a renovação de seu contrato. Marcelo temia que, em caso de derrota (ele era precavido, prudente, adorava os jogadores e sabia que um clube precisa de grandes ídolos e Rogério já era esse ídolo), ele pudesse não ter seu contrato renovado pela nova diretoria. E assim foi feito.

E no ano seguinte, em Yokohama, Rogério disputou uma partida absolutamente incrível, maravilhosa, contra o Liverpool e garantiu a terceira conquista do título mundial pelo São Paulo. Uma das defesas, em cobrança de falta de Gerrard, é antológica. Nada de novo, como eu disse acima Rogério não sofre gols de falta (quase nunca, vá lá).

Muitos torcedores de outros times não gostam dele. É o preço a pagar por quem nunca fez questão de ser simpático, mas sempre foi correto.

Rogério fala o que pensa e ele pensa um bocado. Fala sobre política, fala sobre futebol, fala sobre o São Paulo. Como todo ser pensante falante, em particular no Brasil, é costumeiramente mal interpretado e atrai antipatias. Paciência. Na verdade, estamos mais acostumados a boleiros que nada falam ou só falam bobagens ou que tem o rótulo de rebeldes e outros mais.

Hoje, na Folha de S.Paulo, Paulo Vinicius Coelho disse que os cem gols de Rogério valem por mil de um jogador de linha. Tudo que posso dizer é que, humildemente, concordo com PVC em gênero, número e grau.

Rogério hoje escreveu um grande capítulo na história do futebol mundial.

Seu 100º gol foi irretocável, perfeito, sem chances de defesa para o excelente Julio Cesar. Um gol ao seu estilo, com sua marca registrada.

Gol digno do mito que ele é: o maior goleiro-artilheiro da história do futebol.

Emerson Gonçalves


” Se torcedor de outro clube fosse, também odiaria Rogério Ceni.  A  personificação do rival insuportável, o ícone de uma torcida já mal  acostumada e arrogante por natureza não poderia ser melhor.
Rogério Ceni é o São Paulo Futebol Clube. Vencedor, articulado,  diferente, idolatrado pelos seus quase cegamente, odiado pelos rivais na  mesma intensidade.
Rogério sempre consegue.
Ele vai dizer por ai que não tentou chegar ao clássico com 99 e fazer  o centésimo no Corinthians. Mentira dele, tá? Pode até me mandar um  e-mail, capitão. Não acredito em você simplesmente porque te conheço.
E conhecendo, sei o quanto é sãopaulino, o quanto tens alma de  torcedor. E como doente fanático que é, queria fazer no grande rival.
E como citei, sempre consegue. Tá feito. Um gol que vai durar 100 anos.
Se não fosse sãopaulino também teria profundo ódio deste sujeito.
Rogério não é metido, ele sabe o que representa, é diferente.
Rogério não é mascarado. Ele apenas sabe que se disser A, 15 milhões repetirão A.
Ele não é um goleiro-artilheiro apenas. É um profissional irritante,  daqueles que você procura faltas e não encontra, que vasculha arquivos  em busca de atrasos no treino e nem isso vai achar com facilidade.
Ele falha, e quando falha, não aceita. Não porque é um nojento, mas  porque é um insuportável vencedor. Ele não consegue aceitar a derrota.
Então ele treina, trabalha e vence de novo.
Ele faz gol nos clássicos. Ele tira sarro nas entrevistas sem ser grosseiro, nem palhaço. É sempre na medida.
Rogério Ceni é um sujeito detestável.
“Porque, ó senhor, este sujeito não joga no meu time?”, pensa o torcedor rival. Pensa e não conta nem pra ele mesmo! Mas pensa…
Mas é normal, não se ofenda! Em 1994, quando o Morumbi se calou  diante de um goleiro artilheiro, marrento e odiado pelos rivais,  sentiram a mesma coisa.
Nós odiamos o que gostariamos de ter e não podemos.
Rogério não pode mais ser de ninguém. Ele é do São Paulo, como o São Paulo é parte dele.
Neste domingo ele foi maior que um clássico.  Tornou o jogo um  detalhe, pois foi apenas pretexto para que sua carreira fosse, de novo,  coroada diante de milhões de torcedores.
Os que amam, os que odeiam. De qualquer forma, testemunhas de Rogério Ceni.
Agora dirão que ele está velho, sem motivação e na primeira falha vão  dizer que ele não tem mais porque continuar. Mas ele vai continuar,  porque é chato, teimoso e talentoso.
E vai ser campeão de novo, vai bater outro recorde, vai vender mais  camisas e ser ainda mais odiado pelos rivais, assim como mais e mais  idolatrado pelos tricolores.
Rogério é marketeiro, inteligente, fala bem. Aos seus, soa como preparo. Aos outros, como arrogância.
É Brasil! País onde dar certo significa arrogância, o que nem sempre é o caso.
O tempo vai passar, a idade vai chegar, mas ele vai continuar assim.
Inigualável aos seus iguais, insuportável aos seus rivais.
Parabéns, Capita! Você é f… ”
RicaPerrone

” Se torcedor de outro clube fosse, também odiaria Rogério Ceni.  A personificação do rival insuportável, o ícone de uma torcida já mal acostumada e arrogante por natureza não poderia ser melhor.

Rogério Ceni é o São Paulo Futebol Clube. Vencedor, articulado, diferente, idolatrado pelos seus quase cegamente, odiado pelos rivais na mesma intensidade.

Rogério sempre consegue.

Ele vai dizer por ai que não tentou chegar ao clássico com 99 e fazer o centésimo no Corinthians. Mentira dele, tá? Pode até me mandar um e-mail, capitão. Não acredito em você simplesmente porque te conheço.

E conhecendo, sei o quanto é sãopaulino, o quanto tens alma de torcedor. E como doente fanático que é, queria fazer no grande rival.

E como citei, sempre consegue. Tá feito. Um gol que vai durar 100 anos.

Se não fosse sãopaulino também teria profundo ódio deste sujeito.

Rogério não é metido, ele sabe o que representa, é diferente.

Rogério não é mascarado. Ele apenas sabe que se disser A, 15 milhões repetirão A.

Ele não é um goleiro-artilheiro apenas. É um profissional irritante, daqueles que você procura faltas e não encontra, que vasculha arquivos em busca de atrasos no treino e nem isso vai achar com facilidade.

Ele falha, e quando falha, não aceita. Não porque é um nojento, mas porque é um insuportável vencedor. Ele não consegue aceitar a derrota.

Então ele treina, trabalha e vence de novo.

Ele faz gol nos clássicos. Ele tira sarro nas entrevistas sem ser grosseiro, nem palhaço. É sempre na medida.

Rogério Ceni é um sujeito detestável.

“Porque, ó senhor, este sujeito não joga no meu time?”, pensa o torcedor rival. Pensa e não conta nem pra ele mesmo! Mas pensa…

Mas é normal, não se ofenda! Em 1994, quando o Morumbi se calou diante de um goleiro artilheiro, marrento e odiado pelos rivais, sentiram a mesma coisa.

Nós odiamos o que gostariamos de ter e não podemos.

Rogério não pode mais ser de ninguém. Ele é do São Paulo, como o São Paulo é parte dele.

Neste domingo ele foi maior que um clássico.  Tornou o jogo um detalhe, pois foi apenas pretexto para que sua carreira fosse, de novo, coroada diante de milhões de torcedores.

Os que amam, os que odeiam. De qualquer forma, testemunhas de Rogério Ceni.

Agora dirão que ele está velho, sem motivação e na primeira falha vão dizer que ele não tem mais porque continuar. Mas ele vai continuar, porque é chato, teimoso e talentoso.

E vai ser campeão de novo, vai bater outro recorde, vai vender mais camisas e ser ainda mais odiado pelos rivais, assim como mais e mais idolatrado pelos tricolores.

Rogério é marketeiro, inteligente, fala bem. Aos seus, soa como preparo. Aos outros, como arrogância.

É Brasil! País onde dar certo significa arrogância, o que nem sempre é o caso.

O tempo vai passar, a idade vai chegar, mas ele vai continuar assim.

Inigualável aos seus iguais, insuportável aos seus rivais.

Parabéns, Capita! Você é f… ”

RicaPerrone


É o amor que ninguém mais vê.

Saudade.

É o amor que ninguém mais vê.

Saudade.


Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas que me diga logo pra que eu possa desocupar o coração. Avisei que não dou mais nenhum sinal de vida. E não darei. Não é mais possível. Não vou me alimentar de ilusões. Prefiro reconhecer com o máximo de tranqüilidade possível que estou só do que ficar a mercê de visitas adiadas, encontros transferidos.


“Um amor que nasceu, mas nunca viveu. Um amor que aconteceu, mas não foi ocupado. Daquelas comédias românticas que ninguém tem tempo de rir, pois já começa pelo final. Os amores mais bonitos são aqueles que nunca foram usados. “

É, a saudade está me deixando cada vez mais… conformada.


Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito, muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando. Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você.

Caio F. Abreu


Chorar por tudo que se perdeu, por tudo que apenas ameaçou e não chegou a ser, pelo que perdi de mim, pelo ontem morto, pelo hoje sujo, pelo amanhã que não existe, pelo muito que amei e não me amaram, pelo que tentei ser correto e não foram comigo. Meu coração sangra com uma dor que não consigo comunicar a ninguém, recuso todos os toques e ignoro todas tentativas de aproximação. Tenho vergonha de gritar que esta dor é só minha, de pedir que me deixem em paz e só com ela, como um cão com seu osso.A única magia que existe é estarmos vivos e não entendermos nada disso. A única magia que existe é a nossa incompreensão.[Caio Fernando Abreu]


” Eu quis tanto ser a tua paz, quis tanto que você fosse o meu encontro. Quis tanto dar, tanto receber. Quis precisar, sem exigências. E sem solicitações, aceitar o que me era dado. Sem ir além, compreende? Não queria pedir mais do que você tinha, assim como eu não daria mais do que dispunha, por limitação humana. Mas o que tinha, era seu. ” [Caio Fernando Abreu]


” Então você me diz, que me ama, que sem mim você não vive…Que foi apenas um deslize, que você preza pelo meu amor..Tenha dó, não mereces o afago, nem de Deus nem do Diabo, quanto mais da mão que um dia eu dei pra ti!

A saudade vai bater mas o meu amor se vai… tempo voa e quando vê já foi..Não me fale de nós dois, não preciso mais saber.. Indo embora, deixo-te um adeus ao vir dizer que me ama, que sem mim você não vive, que foi apenas um deslize, que você preza pelo meu amor… Tenha dó, não mereces o afago nem de Deus nem do Diabo, quanto mais da mão que um dia eu dei pra ti… “

Los Hermanos


Sentem-se amados aqueles que perdoam um ao outro e que não transformam a mágoa em munição na hora da discussão. Sente-se amado aquele que se sente aceito, que se sente bem-vindo, que se sente inteiro. Sente-se amado aquele que tem sua solidão respeitada, aquele que sabe que não existe assunto proibido, que tudo pode ser dito e compreendido. Sente-se amado quem se sente seguro para ser exatamente como é, sem inventar um personagem para a relação, pois personagem nenhum se sustenta muito tempo. Sente-se amado quem não ofega, mas suspira; quem não levanta a voz, mas fala; quem não concorda, mas escuta.

Agora sente-se e escute: eu te amo não diz tudo.”

Martha Medeiros


16
To Tumblr, Love PixelUnion

We're updating Fluid!

Soon, we'll be updating the look and feel of this theme. Read about the changes here. You can easily turn off this notification in the theme customization panel.

Close